A chapa única “Em defesa da universidade pública, dos direitos sociais e em luta pela democracia” recebeu 527 votos na eleição realizada nos dias 25, 26 e 27/5 com a finalidade de renovar a Diretoria da Adusp para a gestão 2021-2023. Houve 14 votos em branco e 3 votos nulos. Por problemas com a filiação, 15 votos foram invalidados pela Comissão Eleitoral. No total, portanto, 559 docentes participaram do pleito.

Aprofessora Michele Schultz Ramos, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e atual vice-presidenta da Adusp, presidirá o sindicato na nova gestão. Será a terceira mulher a presidir a Adusp desde a fundação da entidade em 1976, com a particularidade de que dessa vez a Diretoria terá composição majoritariamente feminina.

Os demais integrantes da Diretoria eleita são Annie Schmaltz-Hsiou (FFCLRP), 1ª vice-presidenta; Celso Eduardo Lins de Oliveira (FZEA), 2º vice-presidente; Vanessa Martins do Monte (FFLCH), 1ª secretária; Robert Sean Purdy (FFLCH), 2º secretário; Hélder Garmes (FFLCH), 1º tesoureiro; Adalgiza Fornaro (IAG), 2ª tesoureira; Eliel Soares Orenha (FOB), diretor regional de Bauru; Gabrielle Weber Martins (EEL), diretora regional de Lorena; Paulo Eduardo Moruzzi Marques (Esalq), diretor regional de Piracicaba; Ana Carolina de Sousa Silva (FZEA), diretora regional de Pirassununga; Patrícia Ferreira Monticelli (FFCLRP), diretora regional de Ribeirão Preto; Marcelo Zaiat (EESC), diretor regional de São Carlos.

Os eleitores também puderam votar nas candidaturas de suas respectivas unidades ao Conselho de Representantes da Adusp (CR). Todos os candidatos e candidatas que se inscreveram em 25 unidades receberam votação suficiente para se eleger (confira aqui a relação completa).

Por deliberação do atual CR, a votação ocorreu em formato telepresencial. Os 300 eleitore(a)s que responderam à pesquisa sobre o processo avaliaram o sistema positivamente. Participaram da votação docentes de 40 das 42 unidades de ensino da USP. A votação recebida pela chapa única concorrente à Diretoria, de 527 votos, foi quase idêntica à recebida na eleição de 2019 pela Chapa 1, de 529 votos.

“Fiquei bastante contente com todo o processo eleitoral, desde o processo de construção do programa até o resultado final. O programa é abrangente e mostra que teremos muitos desafios nos próximos dois anos, especialmente as lutas contra os inúmeros ataques que temos sofrido, vindos de vários setores”, comenta a presidenta eleita. “Nossa chapa traz duas características muito importantes: renovação e diversidade, além de termos diretora(e)s em todas as regionais. Sei que os desafios são enormes, mas estamos muito motivadas e motivados a defender a universidade pública, gratuita, de qualidade e laica, e todas as pessoas que a compõem”, completa Michele.

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