Valéria, Manoel, Adrián e Pablo no debate de 30/7

No dia 30/7, um grupo de professores da FFLCH organizou debate sobre a reforma da carreira docente, já levando em conta a recente definição dos critérios de avaliação. O professor Adrián Fanjul coordenou a mesa composta pelos professores Valéria de Marco e Manoel Fernandes (ambos da FFLCH) e Pablo Ortellado (EACH).

O debate foi iniciado com uma exposição sobre os novos critérios de progressão na carreira, feita pelo professor Ortellado. Em seguida, o professor Fernandes apresentou relatos e comparações entre a carreira baseada em níveis que se está tentando estabelecer na USP e a carreira das universidades federais, que também contém progressão horizontal por níveis. Fernandes também analisou a conjuntura atual do movimento docente nacional, criticando a atuação do Proifes.

“A rígida associação entre a carreira e o exercício do poder que nós temos na Universidade de São Paulo não existe nas federais e não existe na Unesp e na Unicamp. A USP é um caso isolado, digamos, na relação carreira, estrutura de poder e estrutura salarial”, criticou a professora Valéria de Marco, que foi, durante quatro anos, representante da congregação da FFLCH no Co.

No debate, um dos principais consensos foi o de que a carreira docente deve formar o professor na instituição. A idéia de que a carreira seja aberta e tenha início no nível de mestre foi bem recebida. O presidente da Adusp, professor João Zanetic, esteve presente e informou os participantes sobre o andamento das ações da Adusp contra a reforma da carreira.

Com duração de aproximadamente duas horas, o debate será veiculado pela TV FFLCH (www.fflch.usp.br/scs/audiovideo.php).

 

Matéria publicada no Informativo nº 289

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