fotos: Américo Kerr

Porta de vidro separa Reitor Virtual da USP Real

Em face da suspensão unilateral das reuniões de negociações entre o CRUESP e o FORUM das 6 e da insistência da reitoria da USP em manter uma proposta de avaliação e reestruturação da carreira extremamente centralizadora, a ADUSP encaminhou dois ofícios solicitando audiência ao reitor, não obtendo resposta.

 

Reitoria Reitoria Reitoria
A Adusp já encontrou as portas fechadas e foi recebida,sem passar da soleira, por um assessor da Reitoria, postado no vão da porta semiaberta Encastelada no seu bunker, a Reitoria destrata os docentes Reflexos de uma Reitoria trancada ao diálogo: docentes esperam pela resposta que viria negativa

 

Porém, fechada em seu bunker, a reitoria, que tem pregado o diálogo por meio de mensagens eletrônicas e videos, negou-se a receber os docentes e em lugar disso acionou a segurança do prédio e uma viatura da PM se posicionou em frente ao local.

Depois de muita espera fora do prédio ao relento, uma vez que fomos impedidos de entrar na recepção da reitoria, recebemos uma mensagem escrita do chefe de gabinete com alguns esclarecimentos sobre pontos tratados nos ofícios, mas sem resposta explícita à nossa solicitação de audiência com o reitor.

Mais uma vez a reitoria reafirma sua postura autoritária e recusa-se a considerar a diversidade de posições existentes na universidade e nos trata como uma ameaça a ser contida.

 

Todos ao Palácio no dia 15 de junho, 4ª-feira para o ato

 

Nem arrocho, nem desmonte!

Defesa da Universidade Pública!

 

11h Início da concentração para o ato, no Portão 1 da USP (Educação Física) 

13h Saída em passeata até o Palácio dos Bandeirantes

 

Haverá ônibus para aqueles que não puderem acompanhar a passeata a pé

 

 

Assembleia Geral da Adusp

5ª-feira, 16/6, 17h, Anfiteatro da Geografia

 

Avaliação do movimento docente o calendário de mobilização

 

 

 

 

 

Visitas da diretoria da Adusp

Privatização / Conflito de interesses / Fundações

  • MPE-SP processa professor Lancha Jr. por uso indevido de bolsa da Fapesp

    O  Ministério Público do Estado de São Paulo (MPE-SP) está acusando o professor titular Antônio Herbert Lancha Jr., da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE), de utilizar indevidamente recursos cedidos pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), incorrendo em crime de improbidade administrativa.
  • USP perdeu 500 professores efetivos desde 2014

    O número geral de docentes da Universidade de São Paulo caiu de 6.207, em setembro de 2014 (primeiro ano da gestão M.A. Zago-Vahan Agopyan), para 5.853 em fevereiro de 2018. Portanto, uma queda de 354 professores no corpo docente em pouco mais de três anos. Porém, o cenário é ainda mais grave quando computadas as perdas sofridas no quadro de professores efetivos. Como a maior parte da reposição de vagas abertas nesse período se deu por meio da contratação de professores precários (temporários), para voltar ao patamar de 2014 a USP precisa repor, atualmente, nada menos do que 499 docentes efetivos, na quase totalidade das unidades, isso sem incluir a reposição das aposentadorias.
  • Marcado para 27/2 julgamento da ação contra Lancha Jr. por improbidade no caso “Bod Pod”

    A 15a Vara da Fazenda Pública agendou para o dia 27/2/2018, às 14h00, a audiência de instrução (oitiva de testemunhas) e julgamento da ação judicial movida pelo Ministério Público (MPE-SP) contra o professor titular Antonio Herbert Lancha Jr., da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito. A ação ajuizada pela 5a Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital diz respeito ao uso privado de um aparelho “Bod Pod”, adquirido pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e pertencente à EEFE.
  • Recurso de Gualano empata (40 a 40) e “voto de minerva” do reitor endossa parecer da CLR

    A reunião do Co de 21/11 apreciou dois recursos de docentes contra decisões de suas respectivas congregações: do professor Bruno Gualano, da Escola de Educação Física e Esportes (EEFE), e da professora Marilda Ginez de Lara, da Escola de Comunicações e Artes (ECA).
  • Estudantes de Medicina e Enfermagem entram em greve por contratações no HU

    foto: Daniel Garcia Reunidos em assembleia no dia 13/11, os estudantes da Faculdade de Medicina (FMUSP) decretaram greve em defesa do Hospital Universitário (HU), a primeira greve estudantil do curso desde a Ditadura Militar (1964-1985). No dia seguinte, os estudantes da Escola de Enfermagem (EEUSP) aderiram à greve.

A pedido do reitor, tropa de choque da PM agride manifestantes

Ato de repúdio à violência institucional e policial na USP

Discussão sobre a aposentadoria dos docentes - parte 1/2

Discussão sobre a aposentadoria dos docentes - parte 2/2